"O fim deste teu tempo de metamorfose aproxima-se...O que gostarias de contar a ti mesma sobre o que de ti descobris-te, quando daqui a uns largos anos tropeçares nas tuas memórias?"
Resposta:
Tenho que te dizer que és muito persistente, o que te levou a alcançar muito do que ansiavas mas também te limitou sem nunca te aperceberes.
É uma persistência que está sempre em primeiro lugar, de cabeça erguida e eminente a exigir o extraordinário do instrumento sensitivo já desafinado de tantas exigências. Não dá espaço para que possa crescer ou mesmo surgir algo de grande valor e significado. Ela escolhe um caminho, traça-o e esquece-se de que o improvável e o inusitado por vezes pode acontecer e trazer a melhor das surpresas. Não te podes esquecer que não há nada melhor do que a sensação de estar verdadeiramente presa a algo ou alguém que dê muito mais sabor a este mar pleonástico mas ao mesmo tempo saber ser verdadeiramente livre.
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